Processo corporal - Novembro
Retorno sobre o processo corporal
Olhando o vídeo das coreografias, me deu a impressão que os corpo não transitam de uma linguagem para outra.
É importante entender que as orientações corporais e a dinâmica do movimento mudam. Para compreender melhor, exemplo: Seria como se em uma coreografia vocês dançassem Jazz e em outra Clássico, ou seja, ambas são danças mas possuem estéticas diferentes. Entendem ?
Eu senti a minha coreografia carregada com a dinâmica da dança que fazem com o Ricardo ou que trazem do seu histórico individual. Isso é bom, mas, o que importa para mim, mesmo que seja em ensaio, marcação ou passagem, é que não esqueçam as orientações que eu deixei sobre joelhos, ginga, quadril e rompimento das linhas.
O importante é que essa dança seja uma gramática, uma nova linguagem na qual vocês estão aprendendo a falar e o modo, o vocabulário, dessa dança, acontece no processo de apropriação do rompimento das linhas horizontais. Veja bem, não estou pedindo para dançarem dança afro, estou solicitando que dobrem os joelhos, coloque os pés mais no chão e que arredondam o movimento sem rupturas bruscas.
Segunda podemos fazer passagem e conversas mas quero muito que deixem os seus pés mais no chão, a dança mais densa e carregada, está muito leve e com pouca fluidez.
Ps.: Eu sei que é ensaio e marcação, mas não posso deixar de expor uma orientação corporal por conta da contingência.
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